Elcana foi um homem que casou com duas mulheres. A sua primeira esposa, Ana, não tinha filhos, e Elcana estava desapontado. Ele queria ter filhos e, por isso, casou-se com outra mulher, Penina. Era costume, embora não aprovado por Deus, que um homem adquirisse uma segunda esposa, caso a primeira fosse estéril. Ele não conseguiu ser paciente e esperar que Deus lhe desse filhos.
Elcana amava muito Ana e isso deixava Penina furiosa, pelo que provocava Ana e a irritava muito, com o intuito de lhe causar dor e perturbação interior. Dirigia-lhe palavras de ódio, dizendo-lhe que Deus não a amava porque não lhe dava filhos.
Ana não respondia… ela apenas chorava e não comia. Ano após ano, a sua “inimiga”, Penina, dirigia-lhe palavras perversas e Ana tornava-se cada vez mais triste.
Um ano em que foram para o tabernáculo de Deus, diante da maldade de Penina, Ana deixou a mesa e foi para o templo conversar com Deus. Ela pediu a Deus para mostrar como Ele a amava e abençoava, dando-lhe um filho e, embora não se ouvisse a sua voz e apenas se movessem os seus lábios, Deus ouviu o clamor de Ana. O Senhor Todo-Poderoso estava pronto para atender à oração de Ana e revelar os Seus propósitos.
Ana prometeu ao Senhor que o seu filho O serviria, toda a sua vida.
Deus deu um filho a Elcana e Ana, a quem deram o nome de Samuel, pois ela disse: "eu o pedi ao Senhor.”
Ana orou e adorou ao Senhor:
“(…) Não há Santo como é o Senhor, porque não há outro fora de Ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus. (…)”.
Assim como Ana e Elcana, a Sofia e o Rebelo também foram abençoados por Deus com um filho, liiindo! O nome?... Samuel. Porque será?
Muitos Parabéns aos papás babados! Acompanho-vos na vossa alegria, porque...
“Rocha nenhuma há como o nosso Deus.”
Sofia e Carlos Rebelo, “Instruam o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele.”
Samuel Rebelo, “ O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o Seu rosto e te dê a paz.” Lisá