quinta-feira, 11 de outubro de 2007

CoMpAiXãO

Tenho pedido a Deus um carácter igual ao d'Ele. Em resposta, Ele tem-me falado muito sobre compaixão - Sentir dor perante o mal alheio, no mais íntimo do nosso ser.
A compaixão não é uma capacidade natural de todos. Jesus deseja que desenvolvamos o mesmo tipo de compaixão que Ele sente pelas pessoas.
Quero sentir essa compaixão por elas!...
Quero ter o desejo de alcançar pessoas com o Seu amor,
tanto através de palavras como de acções!
O meu papel na vida de alguém pode ser o mais pequeno de todos, mas quando partilho da compaixão de Deus, percebo que não posso desistir.
Poucas pessoas decidem seguir Jesus por iniciativa própria. A maioria de nós teve pessoas que influenciaram essa decisão. Amigos, familiares e até mesmo escritores, pessoas que conhecemos bem ou que admiramos à distância.
Deus dá-me a oportunidade de desempenhar o mesmo papel na vida dos outros à minha volta.
O primeiro passo é ver as pessoas tal como Jesus as via
– desoladas e aflitas, como ovelhas sem pastor.
O Homem tem tendência a julgar as pessoas pela sua aparência exterior, sem perceber as necessidades que existem no interior. Preciso de as ver de um modo mais profundo e desenvolver compaixão pelas pessoas que necessitam do Salvador.
Frequentemente, sinto-me zangada, frustrada ou mesmo indiferente face àqueles que parecem não querer aceitar Jesus como seu Senhor.
A compaixão cresce à medida que conseguimos ver essas pessoas do modo como Jesus as vê.
Às vezes, estou ocupada demais, a cuidar da minha própria vida e da minha família, para me preocupar com as pessoas que não conhecem Jesus.
Esta atitude não manifesta a compaixão que Jesus sente.
Em tempos, temi a humilhação que poderia sofrer se alguém rejeitasse a minha fé em Jesus
- E se eu parecer ridícula?
- E se não souber explicar suficientemente bem o evangelho?
Hoje, percebo que posso ser a via, através da qual, alguém pode vir a Jesus.
Já não temo a humilhação, porque ela não faz sentido!
Descobri que o importante são as pessoas e que a oração é uma óptima forma de cultivar compaixão por elas!

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Medo?

"O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de que terei medo?
O Senhor é a fortaleza da minha vida; a quem temerei?
Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizará o meu coração; e se estourar contra mim a guerra, ainda assim terei confiança."
(Salmos 27: 1, 3)

A Luz dissipa as ansiedades e os perigos da escuridão
A Salvação garante a derrota de todos os adversários
A Fortaleza assegura a vitória contra todos os ataques

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Cuidando Uns dos Outros

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Oferecer Ajuda
Desenvolver relacionamentos com os outros é muito importante para estarmos preparados para ajudar a restaurar as pessoas. Precisamos de as conhecer muito bem, de tal modo que possamos ver as lutas que se escondem para além da superficialidade que aparentam ou, se quisermos, que possamos ver as suas necessidades.
Actuar Genuinamente
A responsabilidade de agir com sinceridade permanece com cada um de nós... mas não estamos totalmente sós! Podemos buscar em Deus a orientação e a direcção para estarmos certos de demonstrar um cuidado genuíno pelos outros.
Partilhar
Para partilharmos de uma maneira significativa não é necessário que gastemos muito. Por exemplo, fazer um bolinho para oferecer a alguém que está a celebrar uma data especial ou que está desanimado é uma forma carinhosa de ajudar.
Fazer o Bem a Todos
Abraão Lincoln disse "Você pode enganar algumas pessoas todo o tempo, e todas as pessoas algumas vezes, mas não pode enganar todas as pessoas todo o tempo." A Bíblia vai ainda mais longe quando afirma que não podemos enganar Deus em tempo algum.
Por vezes, a nossa vida está tão atarefada que mal temos tempo para cuidar de nós mesmos, quanto mais olhar pelos outros!... A família, o trabalho, os compromissos sociais e outros factores ocupam-nos demasiado. A Bíblia ensina-nos a fazer o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé, incluindo a nós próprios. Precisamos de estar em boa forma física, emocional e espiritual para, continuamente, demonstrarmos genuíno cuidado pelos outros.
Como se costuma dizer: "Falar (escrever) é fácil!"
Algumas sugestões:
-Anotar na agenda tempo para servir;
-Partilhar materialmente;
-Há alturas em que determinada pessoa não sai do nosso pensamento. Talvez o Espírito de Deus esteja a sensibilizar-nos para uma necessidade que essa pessoa tenha. Vamos, então, telefonar ou visitar, mas acima de tudo orar muito por ela;
-Cuidar de nós mesmos - o cuidado que se pode dar, depende de quem o dá;
-Não desistir! A colheita virá para os que persistirem em fazer o bem.
Lisá

sábado, 29 de setembro de 2007

Ausentei-me porque...

Esta semana não me deixou tempo para escrever no Bilhete-Postal. Foi um pouco cansativa, no entanto, enriquecedora. Frequentei uma Acção de Formação do PIF, sobre como trabalhar com famílias que precisam e pedem ajuda. O "Desafio Jovem", juntamente com as "Famílias Diferentes" deram nome a um projecto que vai ter lugar no Bairro do Prior Velho, em Lisboa. "Entre Casas" é o nome do projecto que terá a duração de 24 meses.
Foi, também, uma semana em que me dei conta do tempo, tão curto, que me resta para entregar a minha tese (com entrevistas por fazer). Que o Senhor me ajude!!!
Bom, mesmo assim, tive saudades dos blogueiros, pois descobri que pessoas tão especiais, como tu, se descobrem, também, desta maneira.
Por isso, voltei!

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Gratidão

"Quando nos tornamos gratos, recebemos mais.
Quando expressamos a nossa gratidão, recebemos ainda mais.
Esta é a Lei". (Gurumayi)


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A gratidão é uma faculdade que precisa de ser fertilizada constantemente. Precisa de ser um hábito diário. Quantas vezes apenas reclamamos e não nos lembramos de agradecer?
A gratidão liberta-nos da preocupação e desembravece-nos o coração. Quando agradecemos, o nosso coração descansa, a nossa mente aquieta-se, relaxamos, dormimos melhor e ficamos livres das pressões que os dias em que vivemos nos oferecem.
Ao despertarmos para a gratidão, começamos a sentir-nos gratos por tudo, tudo mesmo; pelo ar que respiramos, por andarmos, vermos, ouvirmos, falarmos, vivermos e encontrarmos pessoas agradecidas.
Pelo contrário, diante da ingratidão, somos incapazes de sentir felicidade!
E é fácil entender o porquê: estamos fixados no que não tivemos, não temos e pensamos que nunca teremos.
Ao submeter o nosso coração à gratidão, prezamos os outros e, simultaneamente, não perdemos discernimento.
É o antídoto para o orgulho!... E todas as pessoas gostam de ser reconhecidas.

Mostremos gratidão! (Lucas 17:15-18)
A pele doente dos leprosos agora estava limpa e 9 dos 10 leprosos partiram, apenas um homem se lembrou da fonte de onde surgiu esta benção. Ele prostrou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus e agradeceu-lhe, glorificou a Deus em voz alta, gastou o mesmo tipo de
intensidade emocional que tinha gasto quando clamou por cura, ao agradecer a Deus, depois de ter sido curado.
O aspecto mais importante é que este homem voltou. A gratidão é uma viagem com regresso, é muito fácil deixarmos correr a vida, mas isso é um grande erro. Agradecer e louvar a Deus abre portas para que Ele possa fazer muito mais.
Jesus expressou o Seu desapontamento ao perguntar onde estavam os outros 9 que não tinham
regressado para agradecer.
Se não regressarmos para dar graças, então uma coisa é clara: desejamos mais as coisas do que desejamos Deus e buscamos mais a Sua mão do que a Sua face.
Quando buscamos e alcançamos a ajuda de Deus, a nossa primeira resposta deveria ser agradecer-Lhe.
Com as "coisas", como por exemplo um cortador de relva, a nossa relação é utilitária e não pessoal. Já a nossa relação com Deus é de natureza pessoal e Ele comove-Se quando Lhe expressamos a nossa gratidão.

A gratidão é o que separa as relações pessoais das utilitárias.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Sem Dor Não Há Crescimento

"... Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, para que a possais suportar." (I Coríntios 10: 13)

Tentação: mal, provação, incluindo vários tipos de experiências. Deus permite a provação com o propósito de fortalecer a fé e o carácter. Podemos confiar que Deus não permitirá que sejamos tentados na desmesura da nossa capacidade de suportar e superar. Pelo contrário, Ele limitará, não apenas as experiências, como providenciará o livramento necessário.
Lisá

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

André na Escola

Para que fique memorável o primeiro dia de escola (a sério) do meu, já não bebé, sobrinho André, aqui fica um post[zinho] para mais tarde recordar.
À noite fez todos os trabalhos de casa e ainda um desenho extra. Portou-se muito bem, pois foi para a cama cedinho e às 21h30 já estava a dormir.
Claro! Tem de ser assim para estar bem acordado no dia seguinte, às 8h00, hora a que começam as aulas e aprender tudo direitinho.
É um orgulho este menino!
PARABÉNS ANDRÉ!! Amo-te muito!
Tia Lisá